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Comédia leve e boa – The Good Place – Netflix

Analisando toda a sua vida, pra onde você acha que iria: para o lugar bom ou para o lugar ruim?

Eleanor Shellstrop tinha a impressão que iria para o lugar ruim, mas por algum acaso aparentemente foi parar no bom. E agora? O que fazer?

É daí que parte a dinâmica da primeira temporada de The Good Place, disponível na Netflix.

Uma comédia leve como há muito tempo não se via.

Ótima história, atores muito bacanas e muitas risadas.

Vale a pena demais assistir.

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[Review] – Game of Thrones S07E01

 

[Opinião] Filme – Mulher Maravilha

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Até que enfim DC! Já estava na hora de fazer um filme decente, ainda mais da sua maior heroína, que levou apenas 75 anos pra sair.

O filme é uma aventura muito boa por si só. Mas como filme de origem de personagem dos quadrinhos, foi muito bom.

Foi um feijão com arroz muito bem executado. Sem megalomanias. Sem sexismo. Sem mimimi.

Um ótimo filme pra assistir com a família inteira.

Patty Jenkins mandou muito bem na direção, apesar de eu ter ouvido de alguns que as câmeras lentas foram utilizadas com muita frequência. Mas a diretora fez o que precisava e fez bem feito. Gostaria aqui de ressaltar que a DC/Warner mandou muito bem escalando uma diretora mulher pra nos dar a perspectiva da Mulher Maravilha. Isso ajudou em diversas situações, não deixando nossa heroína parecer idiota ou sexualizada.

Enfim, super recomendo. Vá aos cinemas assistir.

[Dica] Resolvido – Erro 0xc0000022 no Windows 10

Olá pessoal, talvez alguém esteja tendo o mesmo problema que eu.

Sou apaixonada por Age of Empires e não conseguia rodar o mesmo no meu Windows 10, até que encontrei na internet o jeito de resolver isso, em inglês. Então resolvi fazer esse post em português pra ajudar quem está no mesmo problema que eu estava.

[COMO RESOLVER]

  1. Acesse a busca do windows
  2. Busque por “Ativar ou Desativar Recursos do Windows”
  3. Procure por “Componentes Herdados”
  4. Selecione a caixa de “Componentes Herdados”
  5. Clique em “ok”
  6. Aguarde a instalação
  7. Feche a janela
  8. Inicie o aplicativo

E voilà!

Espero ter ajudado

 

[Crítica] Netflix – One Day at a Time

one_day_at_a_timeNuma dessas zapeadas de netflix acabei esbarrando algumas vezes em uma série da netflix, não me chamou muito a atenção, mas num dia monótono resolvi dar uma chance a série.
A série conta a história de uma família de latinos que vivem em Los Angeles, a avó cubana, a mãe já nascida nos EUA (e ex sargento do exército estadunidense) e os filhos também.
É uma comédia muito bacana, demora um pouquinho para engrenar, porém quando engrena fica muiiiiiiito boa!
Aborda vários temas polêmicos com uma boa leveza.

Apesar de eu achar que a parte sobre Cuba ser uma visão bem estadunidense sob o assunto (1 episódio inteiro), os outros episódios são bem leves e engraçados e mostram pontos de visão interessantes sob várias temáticas.

Vale bem a pena assistir.

 

[Opinião] Documentário – Deep Web

Todos nesse mundo tem um propósito. Sempre que alguém conta uma história, é sob o seu ponto de vista, sob a sua vivência, suas convicções… Nada é imparcial, nem mesmo eu que escrevo esse texto.
Partindo disso, Deep Web ao meu ver, tenta passar sempre a imagem do criador do Silk Road como alguém bom, que jamais faria algo de ruim e que está preso injustamente.
Primeiro, não sei se o cara realmente é culpado ou não, mas qualquer um, dependendo da pressão, dependendo da paixão ou dependendo do medo pode se tornar um mandante de homicídio. Esse papo de “fulano é uma pessoa boa…” para mim é balela. É que nem aquele filme do Ed Murphy (Trocando as bolas) uma pessoa boa pode ser tornar ruim dependendo da situação que se apresenta a ela. Todos podemos ter reações adversas estando em situações adversas.
O documentário chega ao ponto de apelar para a mãe do réu. É claro que 99% das mulheres que criaram seus filhos não falarão que seu filho é capaz de mandar matar alguém.
Mas enfim, se antes pairava uma dúvida sobre ele, no meu ponto de vista, depois de assistir ao documentário eles me fizeram acreditar que provavelmente ele é culpado, porque assim como a promotoria que o acusa, apresentaram argumentos muito pouco embasados, muito superficiais, nada que realmente comprove que ele é inocente.
E galera, quando o Silk Road estava em operação, vender drogas era crime, não entro no mérito se isso é certo ou errado, tenho opiniões bem liberais a esse respeito, mas independente da minha opinião, ou da opinião do “Dread Pirate Roberts” é um crime, ponto. Sendo assim, ele cometeu crime e deve ser punido, é isso que acontece em qualquer país civilizado.
Se você acha errado, proibir a venda e consumo de drogas comece movimentos, fale com seus deputados e senador, tente aprovar leis que liberem isso. Esse é o jeito certo, não sair por aí desobedecendo leis só porque não concorda com elas.

Agora, um ponto bem interessante sobre o documentário é a parte sobre privacidade na internet. Aparentemente algumas provas foram obtidas de forma ilegal pelo governo, e nisso o advogado de defesa deve-se ater. É inadmissível que tudo que lemos e escrevemos na internet seja monitorado 24/7. Pelo direito a comunicação sem interferência e sem rastreamento dos governos. Liberdade de expressão sem represálias, GUARDADA AS DEVIDAS PROPORÇÕES como ameaça de vida dos outros.

Enfim, no final o documentário para mim pareceu mais uma campanha para libertar o administrador do Silk Road do que mais qualquer outra coisa e não me agradou.

Não vale a pena ser assistido, mas se te interessou, está no Netflix.

[Crítica – COM SPOILERS] Resident Evil : Final Chapter

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Acaboooooooooou! Acabou!
Mas será mesmo?
Foi o que o Paul W. S. Anderson disse, foi o que a Milla Jovovich disse, mas será que é mesmo?
O filme conseguiu fazer as duas coisas, dar um fechamento para toda a saga (6 filmes), mas também conseguiu deixar um “cenário”em aberto, caso fosse necessário um novo filme.
Mas e aí, no final das contas, o que foi esse filme?
Como uma grande fã da franquia, desde o lançamento de RESIDENT EVIL : APOCALYPSE, digo que foi um bom fechamento.
Poderia ter sido melhor. Sim. Mas foi bom o suficiente.
[SPOILER ALERT]

Achei meio sem noção inventarem toda a história da Alicia Marcus somente neste último filme. Não tinha necessidade. E ainda ter de ouvir a Alice dizer que não se lembrava de nada antes do Doomsday. Como assim? Não era você que adorava dizer “I remember everything”?? Agora vem com essa de não lembro de nada? Tá de brinks com my face?

Mas apesar do show bizarro de clones pra tudo enquanto é lado, o filme “passa”.

E velho, William Levy kkkkkkkkkkk
Ri demais, pois sou muito fã de novelas mexicanas e o vi em algumas, inclusive numa que curti muito, que ele fez com a Jacqueline Bracamontes. Ver ele como “soldadinho” que atira em zumbis foi no mínimo inesperado.

Uma crítica que eu tenho tremenda é sobre o 3D. Velho, poxa Paul, cenas muito rápidas em 3D ficam uma bosta, eu pelo menos não consigo enxergar os movimentos. Ajuda nóis aí! Se tem que fazer cenas de ação em 3D, dá uma aceleradas, mas nas partes bacanas um slow motion ajudaria bastante.

Para quem quer um fechamento, recomendo muito assistir. Pra quem tá sem nada pra fazer também. É um filme pra você ir lá, assistir e esquecer. Mas valeu a tentativa.

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